Distribuído em 17 pólos estratégicos, o programa já conta com uma média de sete mil alunos. Neste grupo, a maioria é de idosos, muitos portadores de doenças como o diabetes. De um total de quase três mil alunos diabéticos, o programa municipal já conseguiu ajudar na redução das taxas de glicemia para um estado normal em 80% dos alunos que procuram ter uma prática regular de exercícios físicos e uma alimentação balanceada. Segundo dados da Coordenação de Promoção à Saúde, os pólos com a maior incidência de pessoas com diabetes são os do bairro Lamarão e Industrial.
A coordenadora do programa, Sayonara Carvalho, explica que além das atividades aeróbicas, anaeróbicas e alongamentos, a Academia da Cidade também oferece práticas corporais, como yoga, aulas de dança e reiki, que consiste em uma técnica oriental de equilíbrio do corpo através das mãos. Também há grupos de referência em técnicas ocupacionais para os portadores de doenças crônicas, a exemplo das Unidades de Saúde da Família Dona Sinhazinha (Grageru), Santa Terezinha (Robalo), Marx de Carvalho (Luzia) e no Asilo Rio Branco.
"O programa é uma oferta para as nossas Unidades de Saúde de Aracaju, que com o envelhecimento da população tem trazido a busca constante da qualidade de vida nos portadores de doenças crônicas. Isso demonstra a importância das atividades da Academia da Cidade, um trabalho reconhecido pelo Ministério da Saúde como uma das cinco melhores experiências de promoção à saúde do Brasil e que também foi inspiração para a criação do programa do Governo Federal, a Academia da Saúde", ressalta o secretário municipal de Saúde, Silvio Santos.
O programa é um avanço para a qualidade de vida da população da capital que conta com profissionais qualificados. Ao todo, são 20 professores de educação física e 38 estagiários da área de saúde, entre os cursos de Educação Física e Nutrição.

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